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Nesta
sessão disponibilizaremos as melhores Dicas de
saúde, beleza, bem-estar, qualidade de vida e muito
mais.
Tenham uma ótima leitura! |
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Alimentação
na Terceira Idade
Segundo
a Organização Mundial da Saúde,
o período conhecido como "terceira
idade" se inicia em torno dos 65 anos de
idade.
Nesta fase, o organismo tende a sofrer um envelhecimento
mais pronunciado, mas sua intensidade depende
de muitos fatores (meio ambiente, estilo de vida,
hábito de fumar, alimentação,
prática de atividade física, depressão,
estresse, etc.). |
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Em
outras palavras, o idoso pode passar por este processo
mantendo uma boa qualidade de vida desde que procure controlar,
na medida do possível, alguns dos fatores citados
anteriormente. É sabido que neste período
pode haver alterações no organismo que podem
interferir na alimentação, como por exemplo:
alterações do paladar e do olfato (com redução
na percepção dos sabores salgado, doce e
ácido), redução da salivação,
menor capacidade de mastigação por falta
de dentes, ou pelo uso de dentaduras mal adaptadas, ou
por diversos distúrbios da deglutição
(ato de engolir).
Para melhorar a palatabilidade os alimentos ricos em zinco
podem contribuir, portanto, invista no consumo da castanha
do Pará.
Há muitos idosos que também apresentam problemas
de flatulência (excesso de gases concentrados no
intestino) e má digestão. Isso se deve normalmente,
à diminuição da produção
de enzimas digestivas e à destruição
da flora bacteriana, trazendo má absorção
de nutrientes pelo intestino. Essa destruição
é conseqüência do consumo de alimentos
refinados (farinha branca, pães brancos, bolachas,
arroz branco, etc), açúcar simples (doces
em geral), excesso de medicamentos, de café, acúmulo
de agrotóxicos presentes em alimentos. Isso tudo
leva ao "cansaço orgânico", que
propicia o desenvolvimento de doenças crônico-degenerativas
como obesidade, diabetes, hipertensão, colesterol
elevado além de doenças reumáticas,
mal de Alzheimer, mal de Parkinson, etc.
Vale lembrar que o idoso tende a ser menos ativo fisicamente,
e por isso deve ter uma dieta menos calórica do
que a dos indivíduos mais jovens; este fator já
representa um risco aumentado para deficiência de
vitaminas (principalmente a vitamina B12) e minerais.
Além disso, a desidratação é
freqüente, já que dificilmente os idosos sentem
sede e geralmente acabam se esquecendo de beber água.
Tendo em vista as mudanças naturais que surgem
no organismo idoso, bem como o maior risco de desenvolvimento
de doenças crônico-degenerativas, percebemos
que os hábitos alimentares desta população
devem ser reajustados, visando-se principalmente a melhora
da qualidade de vida, buscando retardar as conseqüências
naturais do processo de envelhecimento. FONTE:
Orientação nutricional Mãe Terra. |
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